Kim, Julio, Cezar e Guilherme. Esses sãos os nomes dos quatro responsáveis por esculpir e erguer, com a sensibilidade da música, uma Catedral definitiva na história do pop rock nacional e que, em 2016, comemora 25 anos de canções inteligentes.

Com a força da poesia cantada, a Banda Catedral derrubou, ainda nos anos 1990, as fronteiras que cercavam a música cristã dos demais estilos musicais emplacando grandes sucessos nas principais rádios do Brasil.

“Eu quero ver o sol nesse jardim”, “Amor verdadeiro”, “O sapo, o escorpião e a paixão”, entre tantos outros hits de sucesso compõem um repertório vasto impregnado de uma identidade única que foi legitimada pela aceitação da crítica e do público.

De lá para cá a banda seguiu se reinventando sem perder o DNA nos seus mais de 20 álbuns lançados, onde a fé surge como tema central sem cair no lugar-comum, pautada nos arranjos originais e no aroma poético aos quais as canções exalam, cativando os ouvidos mais sensíveis e antenados.

Este ano, à revelia do desejo de um público gigantesco, os três catedráticos resolveram encerrar suas atividades em conjunto, mas presenteiam seus fãs com uma última obra, dividida em dois volumes e um DVD, pela gravadora Mess Entretenimento, que promete traduzir a essência de uma das bandas mais relevantes da história da música nacional. 

Gravado ao vivo durante um show em Recife (PE), o álbum conta com 31 canções, sendo cinco inéditas – Você é o meu amor, Perdão, O labirinto de Fausto, Arritmia e Sem você eu nada sou, escolhida para ser o primeiro single do disco, que foi lançado em outubro nas plataformas digitais.

Além da saudade, a Banda Catedral deixa edificada na memória afetiva do brasileiro um legado definitivo de belas canções que imortalizarão uma história pautada pelo amor a Deus, a arte e a vida.