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Pode não parecer, mas a banda de rock Oficina G3 nasceu de um Ministério de Louvor.

Isso foi em meados de 1988, na igreja Cristo Salva em São Paulo ou Igreja do Tio Cássio como era conhecida.

Nesta igreja existiam dois grupos de louvor e foi criado um terceiro grupo para suprir a escala e melhor aproveitar os músicos da igreja. E foi neste grupo 3 que Juninho Afram (guitarra), Wagner Garcia "Maradona" (baixo) e Walter Lopes (bateria) passaram a tocar juntos.

Por causa da amizade, gosto musical e a mesma visão evangelística, eles passaram a encarar o Grupo 3, não apenas como um grupo para suprir a escala, mas como uma banda de verdade e acreditar que Deus tinha algo especial para eles. Neste mesmo tempo Luciano Manga (vocal) e Túlio Régis (vocal), que também faziam parte da igreja, e já cantavam com eles no louvor, vieram para assumir definitivamente os vocais do G3.

Em 1990, a banda gravava seu primeiro LP "ao vivo" e foi neste dia que nasceu oficialmente a banda OFICINA G3. "Oficina vem da idéia de conserto, porque nós tocamos e cantamos as nossas experiências com um Deus, que pode consertar e restaurar o que está quebrado. E G3 é uma abreviação de Grupo 3, onde tudo começou", explica Juninho Afram.

Com a saída de alguns integrantes, Duca Tambasco (baixo) e Jean Carllos (teclado) se juntaram à tropa, e já gravaram a partir do terceiro CD, Indiferença (1996). Mas Duca já havia participado como convidado especial em Nada É Tão Novo, Nada É Tão Velho, na versão CD (1994). Com a saída de Manga, PG assumiu o vocal a partir do CD Acústico (1998), mas saiu em 2004 para abraçar uma carreira solo.

Atualmente, a formação principal conta com Duca Tambasco, Jean Carllos e Juninho Afram, que também está no vocal.

Som pesado Quem foi que disse que o diabo é o pai do rock? A única coisa de que ele é pai, é da mentira ( Jo 8.44). Por acaso, foi ele quem criou os instrumentos musicais? É bíblico: "tudo quanto tem fôlego, louve ao Senhor". Sendo assim, a Oficina G3 não podia deixar de atender ao chamado de Deus. Por isso, não deu atenção às palavras de maldição, muito menos se importou com a resistência dos mais ortodoxos, que custaram a aceitar o som da turma por puro preconceito.

Passados 15 anos da estréia, a Oficina G3 é conhecida nacionalmente como uma das grandes - se não a maior - bandas de rock do momento. O som produzido pela Oficina não deixa nada a desejar ao das grandes bandas de rock fora do mercado gospel. Definitivamente, a diferença não está na qualidade e sim na mensagem. O grupo é formado por músicos capacitados e com talento reconhecido não só pelo segmento.

Duca Tambasco é endorsement dos amplificadores Crate e das cordas Solez, Juninho Afram é endorsement dos amplificadores Crate, das cordas NIG e é colunista da revista Cover Guitarra - Duca e Juninho também são professores de música.

A Oficina G3 segue a cartilha do autêntico rock'n'roll, com guitarra eletrizante, baixo pulsante, teclado vigoroso, bateria alucinante e um vocal firme e versátil. Exagero? Paradoxo? Nada disso.

Com a maturidade de quem viveu e vive constantes experiências com Deus, cada componente do grupo procura dosar suas atuações, de forma que a glória e honra sejam dadas ao Rei das Nações. Eles apenas utilizam o dom que receberam para ministrar a Palavra com qualidade e poesia, também. Por isso, a vaidade não tem lugar entre eles.

Não só com o rock mais tradicional ou pesado (para alguns...), mas a Oficina mostra grande desenvoltura também com as baladas.

Prova disso é o enorme sucesso de venda do CD Acústico Ao Vivo (1999). O trabalho trouxe os grandes hits da banda em versões mais light - com instrumental mais moderado -, o que viabilizou a apresentação da banda em igrejas e não apenas em shows ou eventos. Diferentes influências A primeira canção lançada pela MK, sua atual gravadora, foi também uma balada, "Perfeito Amor" (CD Amo Você 6), e ajudou a fortalecer a imagem do grupo por todo o país. "Nossa principal raiz é o rock, mas sem deixar de lado as baladas. Já nossas influências são variadas. Além do rock, também gostamos de blues, jazz e por aí vai ", conta Juninho. Cada passo dado pela Oficina tem a confirmação do Senhor.

Foi assim desde a formação até a transferência para a MK - onde Deus tem aberto portas inesperadas. Aliás, foi para galgar degraus cada vez mais altos que o grupo aceitou o convite da gravadora carioca. O CD O Tempo, primeiro pela MK, consolida esse "casamento". E mostra a banda em grande fase. Pois ela conseguiu equilibrar todas as vertentes do rock e ainda temperar com boas baladas.

O resultado foi o Disco de Ouro pelas mais de 100 mil cópias vendidas. A história que começaram a escrever na pequena e revolucionária igreja do Tio Cássio (como era chamado o fundador da Cristo Salva) é repleta de episódios marcantes e surpreendentes. Deus escolheu cada componente, restaurando suas vidas e manifestando Seu poder de forma muito especial. "Se fôssemos contar a história de cada um, ficaríamos horas contando as maravilhas e milagres. Alguns de nós, Deus tirou das drogas, do álcool e outros de uma vida cristã de fachada", compartilha Juninho, também compositor.

O visual despojado é apenas um detalhe. Por isso, o virtuosismo da Oficina não sobrepõe sua principal missão: pregar o evangelho. "Tocamos numa praça do Uruguai onde era ponto de venda de drogas. Deus mandou um temporal e os 'cristãos' nos deixaram com os traficantes, viciados e malucos. No final, muitos se converteram e um mês depois, naquela mesma praça, se batizaram 250 pessoas, frutos daquele dia", relata o guitarrista uma das muitas experiências sobrenaturais.

 Em 2003, a banda lançou o CD Humanos, que contou com sucessos como "Te Escolhi" e "O Teu Amor".

No ano de 2005, a banda apresentou seu mais recente trabalho, Além do que os Olhos Podem Ver, que surpreende com Juninho Afram no vocal. O trabalho foi indicado ao Grammy Latino 2005 para a categoria de Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa.