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Comecei com a música bem jovem, estudei na escola de música do Estado do Rio de Janeiro ( Villa Lobos).

Meus primeiros arranjos foram em "músicas seculares", haja vista que eu não era convertido na época.
Passei um tempo da minha vida envolvido com drogas, eu SOU parte da geração que está se perdendo no Rio de Janeiro, mesmo hoje alcançado pela misericórdia de Deus e restaurado do velho homem, me vejo parte desta geração.

Tenho encontrado um movimento evangélico que não se envolve com o mundo, eles dizem: "somos a geração do amor - geração que dança - geração profética - não fazemos parte desta geração perdida"  talvez você pense "ora, isso é bom, pois isso é ser santo, separado".
O que muitos não entendem é que mesmo Jesus sendo Santo, Ele se envolvia com as pessoas do mundo, Ele era parte da geração Dele, Ele não criou uma geração a parte para impactar outra, Ele era aquela geração!

Quando olho pra Igreja hoje, vejo uma Igreja muito separada do mundo, esta Igreja possui uma cultura própria, um idioma próprio, regulamentos e legislações. Para  muitos isso é santidade, mas não é isso que Deus quer. Olhe para a Bíblia e veja a oração sacerdotal de Jesus: "Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal, assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo"
(João 17: 15 e 18)

Precisamos quebrar a barreira inventada pelo homem que por fruto de uma imaginação infantil cria 2 mundos, o mundo evangélico e o mundo secular, os 2 mundos nunca foram mensurados nas santas escrituras!
Essa barreira é o que nos impede de chorar os desastres, as mortes, é o que nos tem tornado cada vez mais frios pelos perdidos. Neemias só chorou pelo seu povo porque se sentia totalmente identificado com ele, e eles estavam longe do Senhor, Jerusalém estava devastada! (Neemias 1). O problema de hoje é que não nos identificados mais com eles, não os amamos, nesse pensamento evangélico-contemporâneo nós pertencemos ao mundo salvo e eles ao mundo perdido, então as pessoas do mundo perdido que chorem pelas pessoas do mundo perdido, porque temos nos colocado em outro time, e esse time "é mais que vencedor", e não tem tempo pra se misturar com mundanos... Jesus repudiaria essa ideia, olhe: 
"E aconteceu que, estando sentado à mesa em casa deste, também estavam sentados à mesa com Jesus e seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque eram muitos, e o tinham seguido.
E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores?
E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento. "

(Marcos 2:15-17). Sentar na roda com pecadores é muito diferente que sentar na roda dos escarnecedores, (Salmos 1) nem todo pecador escarnece do evangelho, por isso Jesus estava lá.

por fim,
deixemos nossa capa de religioso de lado, vamos sentar a mesa com Jesus e os pecadores e comer com eles, nos identificarmos, não somos melhores que eles. O meu trabalho tem sido voltado a isso, me identificar com os perdidos, muitos religiosos não gostam, me acham "mundano", a obra que Deus fez na vida de Jesus não agradou aos religiosos, a obra que Deus tem na minha vida, na sua vida, também não vai agradar.  

A Igreja precisa despertar, eu preciso despertar, nós como um todo precisamos despertar, assim como diariamente temos que acordar na carne, levantar da cama para um novo dia, diariamente devemos também acordar no Espírito

Acorde Geração! Olhe pra Jesus!
"Quem vai marcar essa Geração ?"

harebrasil@hotmail.com
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